Scam
1.Estamos no momento fazendo um trabalho sobre scam e phishing scam, navegando pela WEB, procurando algo sobre o assunto, encontrei este site e tomei a liberdade em pedir ajuda, pois é difÃcil encontrar algo sobre o assunto que é muito especÃfico e tem poucas leis sancionadas. Se possÃvel, gostaria de saber mais sobre o assunto (scam e phishing scam) e se existe algum site com maiores informações?
Do exposto acima, afirmamos que o tema pode ser encontrado em conjunto com assuntos que tratam do estudo dos crimes eletrônicos. Sendo o phishing scam o e-mail que frauda a identidade de uma marca, com apelo promocional e oferta que promete ganho fácil, brinde surpreendente, informação privilegiada, fama, tem sido a maior armadilha para pegar os consumidores desavisados.
Nos parágrafos seguintes, destacamos alguns artigos, notÃcias e, por fim, destacamos aqui o link do site Anti-Phishing Working Group (http://www.antiphishing.org/), o qual conta com diversas informações sobre o tema, além de disponibilizar inúmeros casos / análises de phishing.
Marcha pela segurança da Internet
Spam, spim, phishing scam, fraude: é tanta picaretagem rolando solta em território virtual que só atualizar o antivÃrus é pouco. Para alertar os internautas para que não sejam vÃtimas de fraudes na web, foi criado o Movimento Internet Segura (MIS), coordenado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara e-net).
A campanha reúne varejistas online como Extra.com, Submarino, Americanas.com, Saraiva, Livraria Cultura, Siciliano, Somlivre.com, Marisa e Shoptime, além de instituições como Banco do Brasil, Redecard, American Express e Serasa, entre outros.
Lançado pela Câmara e-net em agosto passado, o MIS terá um site que já está saindo do forno, com informações didáticas sobre o relacionamento entre consumidor e instituições de comércio e transações financeiras online. Também serão veiculados anúncios de esclarecimento em mÃdia impressa, rádios e nos sites das instituições participantes.
Uma das principais fragilidades da segurança transacional da Internet é a falta de informações sobre o que acontece quando o consumidor faz uma compra pela Internet — diz Gastão Mattos, presidente da Câmara e-net.
Informação é a alma da segurança
O movimento parte do pressuposto de que quanto menos informações o consumidor tiver, mais chances ele terá de cair em "contos do vigário".
Muitos consumidores fazem coisas inseguras e, quando são vÃtimas de fraudes, acabam colocando a culpa nos sites de e-commerce. O comércio eletrônico não é a origem das fraudes, falta é um apelo didático do que é seguro e do que não é — diz Gastão.
A questão é que muita gente ainda "cai" nos mais pueris tipos de fraudes online. Segundo o Gartner Group, 57 milhões de pessoas já foram vÃtimas de phishing scam. E, de acordo com o Anti-Phishing Working Group, o Phishing Scam, e-mail fraudulento que convida incautos a recadastrarem contas em bancos ou inserir números de cartões de crédito em falsas homepages, cresce, em média, 75% ao mês (EM ).
Phishing Scam
Segundo o Anti-Phishing Working Group (www.antiphishing.org), em 2004 o Phishing Scam, aqueles e-mails fraudulentos que chegam à s caixas postais dos internautas convidando-os a recadastrarem contas em bancos ou inserir números de cartões de crédito em falsas homepages, tem crescido, em média, 75% ao mês desde o final de 2003. E a tendência é piorar, previu a presidente mundial da Trend Micro, Eva Chen. Segundo ela, as fabricantes de antivÃrus já se preparam para a nova epidemia. É que, apesar de a mÃdia e as instituições bancárias viverem alertando os internautas a respeito das fraudes, ainda é grande o número de "patos" - segundo o Gartner Group, mais de 57 milhões de pessoas já podem ter sido vÃtimas da fraude.
Projeto de lei que caracteriza os phishing como crimes
Tramita no Senado dos Estados Unidos projeto de lei que caracteriza os phishing como crimes. O dispositivo, de autoria do senador Patrick Leahy, prevê pena de cinco anos de prisão e multas de até US$ 250 mil para os infratores.
Phishing, como se sabe, é uma técnica que consiste na criação de sites falsos, semelhantes aos dos bancos e de empresas de e-commerce, onde crackers (hacker mal intencionados) podem roubar informações confidenciais dos internautas.








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